Além de comemorar o aniversário com a população de Mangabeira, em João Pessoa, José Maranhão recebeu uma bênção religiosa, ao final da Caminhada da União realizada na noite desta segunda-feira (06.09). O padre José Carlos e o pastor Jean Kleber pediram proteção para Zé.
O padre leu uma passagem da Bíblia e pediu graças a Deus para Zé Maranhão. “Que Deus o abençoe em nome de todas as comunidades, de todos os homens e mulheres de boa vontade que assumem com você essa bandeira, que assumem com você essa vontade de viver e de dar o melhor a esse povo que lhe respeita. Sucesso e vitória, porque se Deus é por nós quem será contra nós?”, proferiu, desejando ainda que Zé tenha muito mais dias de vida e de sabedoria para governar o povo paraibano.
“Estamos aqui para orar pela sua vida, deus lhe renovar, lhe encorajar, lhe dirigir. E que deus lhe dê longevidade e muitos anos de vida”, disse o pastor. Ele orou, pedindo proteção de Deus para o governador José Maranhão. “Que toda arma forjada contra a vida de José maranhão não prospere, porque Deus, a tua mão está estendida sobre esse homem”, pediu.
A Caminhada da União começou no giradouro da entrada do bairro de Mangabeira e seguiu para a avenida Alfredo Ferreira da Rocha até a Praça do Coqueiral, onde a atividade da Coligação Paraíba Unida foi encerrada. Ao lado de Zé estavam os candidatos ao senado, Wilson Santiago e Vitalzinho e o candidato a vice-governador, Rodrigo Soares. Muitos candidatos da chapa proporcional prestigiaram o aniversário do governador com o povo, além de vereadores de João Pessoa.

Durante o programa Conexão Master que Luiz Torres apresenta e o Tião Bonitão, juntamente com o professor Lúcio Flávio, Marcela Gadelha e Heraldo Nóbrega, contando ainda com a cancha de Fábio Bernardo, acunhamos, o candidato Ricardo Coutinho prometeu diminuir a violência no Estado dentro de seis meses, caso ganhe a eleição e assuma o Governo.
O candidato também disse que pretende aumentar o poder de consumo da população, com o fortalecimento da economia, através da intervenção do Governo nos setores produtivos do Estado.
Ricardo Coutinho apresentou suas propostas para o fortalecimento da economia paraibana. Para ele, a gestão estadual precisa reconhecer e incentivar, a partir de políticas públicas direcionadas, as potencialidades regionais.
Para isso, Ricardo garantiu reservar, pelo menos, 5% do orçamento do Estado para investimentos. O percentual equivale de R$ 22 a R$ 25 milhões de recursos próprios do Estado para a execução de obras que possam contribuir com o fortalecimento da economia do Estado.
Segundo ele, uma Agência de Desenvolvimento Estadual irá gerir essa área. "Queremos desenvolver nosso Estado a partir de todas as regiões. Vamos mapear essas potencialidades e investir nelas. Nosso projeto quer implatar um modelo de desenvolvimento sustentável", comentou.
Dentro dessa postura, Ricardo quer aumentar a participação da agricultura no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, elevendo dos atuais 6,2% para 10% nos próximos quatro anos.
"Na Paraíba, 800 mil pessoas vivem ao redor da agricultura familiar. Só que, a maior parte delas, pratica a agricultura de subsistência, ou seja, apenas planta para comer. Nós queremos que esses agricultores fortaleçam suas culturas e possam fornecer seus produtos para o mercado interno consumidor", relatou.
O município de Zabelê irá sediar na noite desta terça-feira (07), o 'Cine Pra Q V', com exibições gratuitas de filmes e documentários para a população. O projeto faz parte do Programa Cine Mais Cultura, do Ministério da Cultura. A Prefeitura de Zabelê recebeu vários equipamentos e DVDs para a exibição dos filmes e documentários. O projeto tem o apoio da Ascuza.
A primeira exibição acontecerá a partir das 18h, por trás da antiga Igreja Matriz, no Centro da cidade. De acordo com o secretário de Cultura de Zabelê, Romério Zefirino, a expectativa é mais do que positiva, já que a sessão será exibida gratuitamente, em praça pública. “Convidamos a todos os moradores de Zabelê para curtirem conosco esta primeira sessão”, disse.
Além de contribuir para a formação de platéias e o fomento do pensamento crítico, tendo como principal base obras audiovisuais brasileiras, o Cine Mais Cultura inaugura o Circuito Brasil, primeiro banco de dados habilitado a contabilizar o público do circuito não-comercial do país, capaz de emitir relatórios por filme, por unidade da federação, entre outros recortes.
Confira a programação de abertura:
- Acaí com Jabá – Direção Alan Rodrigues, Marcos Daibes e Walério Duarte
- PR Cadeia – Direção Eduardo Caron
- A Marvada Carne – Direção André Klotzel
- Caçadores de Saci – Direção Sofia Federico
- Dona Cristina Perdeu a Memória – Direção Ana Luiza Azevedo
- Capa de Chuva – Direção Zito Júnior
- Suite Caroline – Direção Ana Bárbara
Ascom
Paulo Mariano
Na noite que antecedia 7 de setembro de 1966, a diretoria do Ginásio Nossa Senhora do Bom Conselho dava os últimos retoques para cumprir a programação do Dia da Independência. Às quatro horas da madrugada do dia seguinte, os rapazes da banda marcial saíram pelas ruas principais da cidade rufando os tambores, sob a marcação implacável do surdo e do comando da corneta. Era a primeira parte do programa: a alvorada.
Na noite de seis de setembro, no bar "França", várias pessoas bebericavam, quando, de repente, surgiu e ganhou corpo a idéia de roubar os instrumentos musicais do ginásio e antecipar a alvorada para meia-noite. A lua espionava a cidade e do alto enviada uma claridade intensa, perturbada apenas por raras nuvens que vagavam. E, enquanto o clarão cobria os tetos dos casarões históricos da rua Grande e esparramava-se por toda cidade, tudo foi planejado com minúcias. Nelson Cabeção tocaria um instrumento, Luizinho outro e Gerson Parangolé daria conta do recado na corneta.
Todos esgueram os copos num voto de aprovação. De repente, eis que surge no bar o professor José Gomes Sobrinho, o grande mestre, mais conhecido como Pai Zé, e aceita o convite para tomar uns goles de cachaça. A turma mudou de assunto, pois, Pai Zé dava aulas no Ginásio e certamente não iria aceitar uma idéia maluca daquela. Houve tentativas de despistá-lo, porém em vão. Todos saíram do bar e caminharam em direção ao patamar da velha igreja.
A lua debruçada numa nuvem clareava o chapadão da Borborema e a cidade voltava à escuridão, quando Nelson Cabeção puxou Luizinho pela camisa e sussurrou: -Vamos até lá em casa". Saíram de fininho, evitando o barulho. O manto da escuridão encobria dois vultos que desciam pela rua São Roque em direção à casa dos pais de Nelson. Durante o percurso, Nelson contou o plano que havia bolado para afastar Pai Zé da turma que iria antecipar a alvorada.
Retornaram segurando pelas extremidades um lençol branco, formando uma silhueta desconforme e apavorante, e, quando chegaram em frente ao patamar da igreja, Nelson falou: -Saiam da casa de Deus!!!
Por um momento, um rápido momento, pensaram que o plano tivera êxito. Correram todos... menos Pai Zé, que sacou de um revólver e gritou corajosamente: -Cabra do Vale do Piancó não tem medo de alma fresca!" E ao terminar a frase, ouviram-se dois estampidos. Nelson Cabeção e Luizinho largaram o lençol e correram. Na madrugada seguinte, os rapazes da banda cumpriram a primeira parte da programação - a alvorada - e quando passaram em frente à igreja, encontraram um lençol com dois buracos de bala.
As dores do deputado Ricardo Marcelo, felizmente, não vinham do coração, mas daquela tripinha de nada que fica no pé da barriga e atende pelo nome de apendice. Os doutores do Hospital da Unimed abriram o bucho do deputado, retiraram a tripa imprestável e dentro de alguns dias o presidente da Assembléia estará novinho em folha, fazendo sua campanha pela reeleição.

Garante o safado do Vavá da Luz que a foto aí de riba foi tirada em Senior Center em Boca Raton, Flórida, EEUU.
O curso era "Como prevenir o Alzheimer".
O projeto do dia era: Mantenha sua cabeça trabalhando.
Tente criar alguma coisa através da memória.
Aí completa o Vavá sem vergonha: "E não é que ela ainda lembra????..."
Artigo de Arimatéa Souza do Jornal da Paraíba:
O Brasil está novamente mergulhado no sempre atribulado período eleitoral que suscita paixões, extremismos e, infelizmente, não viabiliza um debate político aprofundado para o discernimento e orientação do eleitorado.
Nessa seara eleitoral, nos deparamos, ao longo dos últimos anos, de maneira crescente, com o vasto, pantanoso e incontrolável mundo da internet.
Todas as iniciativas de domar essa esfera virtual se mostraram inócuas ou insensatas, pela própria natureza dessa ferramenta de comunicação, a ponto de o ministro Carlos Ayres Britto, à época em que presidia o Tribunal Superior Eleitoral, ter enfatizado que o direito não se mostra capaz de regular todas as formas de comunicação no mundo virtual.
Diante do assumido reconhecimento da Superior Corte Eleitoral, instalou-se um vácuo normativo que tem sido - vez por outra - preenchido nas Cortes Estaduais com decisões que desconhecem essa realidade e, via de regra, impregnam de subjetividade casos pontuais, quase sempre optando pela interpretação restritiva dos diplomas legais disponíveis.
Enquanto essas situações pontuais não são submetidas ao crivo do Tribunal Superior Eleitoral, restam eventuais dissabores decorrentes de evidentes cerceamentos à atividade jornalística sob o amparo de leis que flagrantemente ferem garantias constitucionais, sem se falar que não se prestam particularmente à internet.
Em socorro ao regime democrático que tanto proclamamos – e nem sempre praticamos ou adubamos satisfatoriamente -, o mesmo ministro Ayres Britto, como membro do Supremo Tribunal Federal, afastou liminarmente, dias atrás, a partir de uma demanda judicial da Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV), o cerceamento que havia sido imposto aos humoristas, com base na Lei 9.504/97.
De maneira didática, Ayres Britto enfatizou em seu despacho que o cerceamento à opinião e à liberdade de imprensa “geram um grave efeito silenciador”.
“A ideia de um procedimento justo não exclui, mas antes pressupõe a existência de um livre, aberto e robusto mercado de ideias e de informações. Trata-se de um direito difuso da cidadania à informação”, escreveu o ministro do Supremo, reprovando enfaticamente o que chamou de “restrições patentemente inadequadas e excessivas”.
No escopo, a decisão do ministro Ayres Britto transcende do campo livre do humor para pontuar precisamente na atividade jornalística, ao pedir ao Plenário do STF que suprima de nosso ordenamento jurídico “qualquer interpretação (da legislação eleitoral) que conduza à conclusão” de que as empresas de comunicação “estariam proibidas de realizar a crítica jornalística, favorável ou contrária, a candidatos, partidos, coligações, seus órgãos ou representantes”.
A fundamentação desse apego ministerial à incondiconalidade da informação se baseia no incontroverso conceito de que “não existe liberdade de imprensa pela metade”, na frase lapidar da ministra Carmen Lúcia Barbosa, também do STF.
No dizer do jurista e deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) – ao defender há alguns meses o completo arquivamento da Lei de Imprensa, um dos ´esqueletos´ que sobreviviam do regime militar -, “a imprensa mantém com a democracia a mais entranhada relação de interdependência ou retroalimentação”.
Na essência – é inevitável a renovada menção à decisão do ministro Ayres Britto -, “não cabe ao Estado, por qualquer dos seus órgãos, definir o que pode ou o que não pode ser dito por indivíduos e jornalistas, “até porque processo eleitoral não é estado de sítio”, cujas caracterização e excepcionalidades estão muito bem elencadas na Carta Magna.
Não se está aqui a propugnar um ´salvo-conduto´ irrestrito à atividade jornalística, muito menos colocá-la acima das leis ou das instituições. Os excessos eventualmente verificados têm na própria legislação pátria a reparação e as penas já estabelecidas.
No que diz respeito especificamente à internet, aplicar aos seus sítios a mesma legislação destinada às emissoras de rádio e TV parece um procedimento esdrúxulo, pelo tronco legal de ambos: enquanto os veículos eletrônicos têm a sua origem em concessões públicas, a via virtual se constitui, na essência, num campo livre e genuinamente desregrado, no que concerne ao viés da opinião.
A internet é o que se poderia qualificar como uma espécie de cumplicidade em linha direta, como sublinhou em recente entrevista o ministro Dias Tóffoli, do Supremo, de maneira figurada: “Quando se quer visitar a casa de alguém, é preciso ir até lá. Quando você acessa o blog de alguém, é como se você estivesse entrando, do ponto de vista virtual, na casa de quem você quer visitar. É preciso digitar um endereço. Em termos de propaganda partidária eleitoral, a campanha vai até o cidadão ou o cidadão é quem liga o computador e acessa o blog ou a página?” - indagou o ministro.
De forma até certo ponto ácida, Tóffoli concluiu a sua digressão sublinhando que “tentar trazer as relações da internet para o controle jurisdicional eleitoral seria decretar a falência da Justiça Eleitoral”.
Em última análise, o TSE tem majoritariamente entendido que é contraproducente tentar tutelar a opinião na internet, e que as manifestações em blogs e sitios são protegidas pelo princípio da livre manifestação do pensamento.
A bem da verdade, não deixa de ser paradoxal que toda essa discussão sobre liberdade de imprensa e de opinião periodicamente surja no Brasil justamente quando o regime democrático vivencia o seu mais efervescente momento, que é o exercício da democracia representativa. É como se o branco tomasse conta da primavera substituindo as flores.
É de se lembrar, por fim, um antológico samba-enredo dos anos 80, da Escola carioca Imperatriz Leopoldinense: “Liberdade, Liberdade, Abra as asas sobre nós".

Aos 60 anos, Sonia Braga declarou que, caso fosse lésbica, pegaria a Mulher Melancia. Em entrevista ao IG, a atriz afirmou que, embora não seja gay, não descarta essa possibilidade no futuro, já que está solteira e gastou a cota de homens nesta vida.
“Não sou gay, mas deixo as portas abertas. Para ser gay, basta ser homem ou mulher. Deixo todas as minhas portas abertas. Eu ainda não sou. Inclusive para as mulheres-frutas. Se um dia eu for lésbica, quero comer a Melancia (risos).”
Aliás, o desejo por Andressa Soares, a Melancia, se estende em outras perguntas e respostas. “Devo te confessar que me dá um desejo enorme de experimentar um dia aquela Melancia. Se eu encontrar aquela mulher, sou capaz de dar uma mordida nela (risos).”
E ela continua: “Tem a Morango, né? Existe a mulher banana? Aquela que tira a casca e se mostra toda? Tem coisas que passam do limite e se tornam engraçadas”, brinca.
Tião Lucena, nascido e criado em Princesa Isabel - PB, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá. Nos três primeiros desempenhou as funções de repórter, editor político, editor do interior, chefe de reportagem e secretário de redação. Também foi vice-presidente da API e diretor do Sindicato dos Jornalistas. Cansou de trabalhar em jornais, cansou de patrões e resolveu criar um espaço somente seu na internet, onde pretende fazer um jornalismo sem cabresto e sem censura.
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