Blog do Tião Lucena

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  • Publicado por Tião Lucena em 22.07.2014


    Harrison vai ao TRE e protocola defesa de Cássio Cunha Lima


    O coordenador jurídico da Coligação A Vontade do Povo, advogado Harrison Targino, protocolou no final da tarde desta terça-feira, 22, as contestações a todas as impugnações de que foi alvo o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), candidato ao Governo do Estado nas eleições deste ano. No total, foram apresentadas seis defesas, em nome de Cássio e da coligação, no Tribunal Regional Eleitoral.
    Dentro da estratégia do núcleo jurídico da campanha de Cássio Cunha Lima, estabeleceu-se que Harrison Targino e o colega Delosmar Mendonça Filho ficaram responsáveis pela defesa formal do candidato em relação às impugnações oferecidas pelo Ministério Público Eleitoral, pela Coligação A Força do Povo (que tem o governador Ricardo Coutinho como postulante à reeleição) e uma outra assinada pelos candidatos a deputado estadual Maria da Luz (PRP) e Rafael Lima (PSB).
    Assinando contestações também protocoladas nesta terça, o advogado Eduardo Alckmin, de Brasília, apresenta defesas em nome da Coligação A Vontade do Povo. Duas notícias de inelegibilidade, oferecidas por cidadãos, também são contestadas.
    A petição assinada por Harrison e Delosmar contém 63 páginas. A de responsabilidade de Eduardo Alckmin dispõe de 27 páginas. Vários documentos foram anexados, ainda, na defesa apresentada pelos advogados de Cássio e da coligação.
    Os principais pontos

    Em linhas gerais, assim se resume a linha de defesa da Coordenação Jurídica da campanha de Cássio:
    • Prazo de inelegibilidade
    Como primeiro ponto, a defesa entende que a inelegibilidade imposta como sanção a Cássio se esgotou nos três anos seguintes à eleição de 2006. Em todas as impugnações, destaca-se que essa pena é de oito anos, contando-se ano a ano – o que levaria o senador a ficar impedido até o final de 2014. Harrison e o grupo de advogados contestam, observando que, consultado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já deixou patente que a contagem é dia a dia – estabelecendo-se, portanto, que a sanção se encerraria em 1º de outubro, ou cinco dias antes do pleito.

    • Primeiro ou segundo turno?
    Um segundo argumento levantado pela oposição dá conta de que, a rigor, a contagem deve levar em conta o segundo turno de 2006 como ponto de partida para a contagem do prazo de inelegibilidade (ou seja, de 25 de outubro de 2006 a 29 de outubro de 2014). A defesa de Cássio procura derrubar essa tese, ao observar que a lei brasileira estabelece como data da eleição o primeiro domingo de outubro. O segundo turno é eventual e suplementar. O candidato, por exemplo, se registra só uma vez, no primeiro turno. Ademais, decisões do próprio TRE-PB e do TSE são elencadas, tendo como referência exclusiva a etapa inicial do processo eleitoral.
    Hiato na elegibilidade
    Como outra linha de argumentação apresentada pelo setor jurídico da oposição, sugere-se que não seja levado em conta o período de 2,4 anos em que o então governador Cássio ficou no cargo por força de liminar, após a primeira cassação imposta pelo TRE-PB, em 2007. A defesa do tucano contesta, observando que, na verdade, a suspensão nada tem a ver com a fluência do prazo de elegibilidade, mas foi focado o mandato.

    Multa
    Finalmente, um último ponto relevante apresentado pelos advogados da oposição, nas seis impugnações que articularam, diz respeito a uma multa imposta pela Justiça Eleitoral e que não teria sido quitada por Cássio – portanto, estaria inabilitado para disputar o cargo de governador. De acordo com Harrison, em verdade, a multa sequer foi até hoje registrada, não havendo condições, portanto, do candidato quitá-la. Ademais, por via das dúvidas, o advogado retirou uma certidão do TSE, com data desta terça, 22, assegurando que o senador está plenamente em dia com a Justiça Eleitoral.

  • Publicado por Tião Lucena em 22.07.2014


    Ricardo recebe adesão do Prefeito de Santana dos Garrotes e deixa PMDB sem nenhum prefeito no Vale do Piancó.


    Em Patos, neste domingo (20), o candidato a reeleição Ricardo Coutinho (PSB) esteve participando de um evento de campanha, onde na oportunidade recebeu a adesão do Prefeito Élio Ribeiro da cidade de Santana dos Garrotes. 

    A com a declaração do Prefeito Élio que até então seguia a candidatura do PMDB, Vital do Rêgo ficará sem apoio de prefeitos no Vale do Piancó, ficando apenas o duelo entre Ricardo e Cássio em busca de apoios dos 18 prefeitos municipais. 

    Durante o evento, Ricardo Coutinho voltou a citar a comparação de gestões, principalmente com o ex-governador e candidato Cássio Cunha Lima (PSDB) como tônica da campanha. 

    “Essa não é uma disputa de sicrano contra beltrano. É uma disputa entre duas visões e histórias diferentes. Daqueles que foram preparados desde pequeno para a política das elites e sem derramar uma gota de suor. E nós que viemos do movimento popular e sindical, da luta e do trabalho para todos”, citou o Governador. 

    Fonte: Blog DiamanteOnline

  • Publicado por Tião Lucena em 22.07.2014


    Prefeito do PSB troca Ricardo por Cássio


    O prefeito de Caiçara, Cícero Francisco (PSB), esteve reunido na noite da última segunda-feira (21) com o senador e candidato ao governo da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB) e decidiu aderir à candidatura do senador tucano. Através de nota nesta terça-feira (22), o prefeito oficializou a sua adesão e de alguns vereadores ao projeto do tucano.

    Na nota, Cícero disse que “é pela vontade do povo que faço a minha vontade e escolha, e hoje declaro meu apoio integral, ao lado do Vice-Prefeito Tarcizinho, dos nossos vereadores e de uma grande parcela da população, ao projeto político do Senador Cássio Cunha Lima”.

  • Publicado por Tião Lucena em 22.07.2014


    Isolda "lá de nóis", a defeituosa da terça


  • Publicado por Tião Lucena em 22.07.2014


    Tião Gomes diz que Aracilba é traidora e que o choro dela é falsidade


    Apesar de ter sido tratado como amigo pela ex-secretária Aracilba Rocha (PSL), o presidente estadual do PSL paraibano, deputado Tião Gomes demonstrou mágoas da correligionária, que anunciou ontem apoio a candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), contrariando a orientação partidária de apoio à reeleição de Ricardo Coutinho (PSB).

    Conhecido por não ter papas na língua, Gomes endureceu o discurso e tachou a ex-secretária de traidora.

    “A traição dela primeiro foi a mim, ela quis, junto com Ney Suassuna, tirar o partido para levar para as mãos de Cássio e agora ela traiu Ricardo Coutinho, por quem sempre foi prestigiada, se ela tinha essa tendência desde o começo, porque ela não se manifestou antecipadamente”, bradou.

    Mesmo com a adesão, Gomes disse que não se sentiu surpreso com a movimentação e que já sabia da posição da correligionária. “Ao momento que as traições vem as pessoas pensam que ganham as eleições na véspera, faltou bom senso e coerência por parte dela”, continuou.

    Quando questionado sobre a possibilidade de expulsão de Aracilba Rocha dos quadros do PSL, o presidente da legenda evitou se comprometer: “Isso não é comigo, é da executiva estadual e ate da nacional, vamos aguardar os fatos, o que é fato é que o PSL não comunga, não aceitou e não aceita essa dissidência, vamos levá-la ao nosso Conselho de Ética e analisar para ver o que se faz com ela”, disse.

    Indagado se o PSL vai garantir a legenda para Aracilba disputar o mandato de deputada estadual, Gomes mais uma vez minimizou: “Por enquanto sim, esse é um processo, não podemos decidir por conta própria, ela vai ser julgada como qualquer outro membro, o que eu deixo claro é que nós do PSL não comungamos com as palavras dela, porque ela sempre foi bem tratada e acabou traindo a todos nós”, finalizou.

    Por fim, Gomes analisou a emoção de Aracilba durante a letiura da carta em que explicava os motivos da adesão ao PSDB e o rompimento com Ricardo Coutinho. Na ocasião Rocha foi às lágrimas e Tião Gomes insinuou que o choro foi uma encenação: "Pura falsidade", disparou.

  • Publicado por Tião Lucena em 22.07.2014


    O caso do remédio caseiro pra restaurar cabaço


    Lendo e refletindo sobre o artigo de 1berto de Almeida publicado logo abaixo, aquele que reporta o caso da Bahia, onde se exige atestado de virgindade das mulheres interessadas em participar do concurso para ingresso nas fileiras da polícia baiana, e mais ainda no alerta do nosso escriba quanto aos acidentes de percurso a que as mulheres e suas entradas estão expostas, lembrei-me que pra tudo tem jeito, só não tem jeito pra morte.

    Quando eu era menino lá em Princesa, finado Mané Benone, barbeiro dos mais renomados, parava a sangria dos cortes provocados pela sua navalha nas caras lisas da frequesia passando pedra ume. Era tiro e queda.

    Pois foi acreditando nisso que Palmira de Miranda Lacerda, uma jovem bela, formosa e descabaçada, achou que poderia tapear o noivo com quem ia se casar. Devidamente aconselhada pela mãe, moeu uma considerável pedra, colocou o pó num copo com água e guardou o copo na cabeceira da cama, para jogar a água na entrada da gruta antes de começar a camaradagem. A mãe disse que era a água com pedra ume batendo e o buraco fechando na hora.

    Acontece que o destino brincou com Palmira. Nem bem iniciaram-se as confabulações amorosas, os chamegos, as preliminares, os ajeitados, deu-lhe aquela cólica intestinal, aquela que dá volta nas tripas e o sujeito corre direto para o banheiro, porque se for tapear a dita cuja com um peido, pode ter certeza de que a merda vem atrás.

    -Amor, me espere que eu já volto, visse? -, sugeriu dengosa. Disse e correu pra se aliviar. Quando voltou, livre, leve e solta, procurou a água para jogar na solitária, mas nada de copo. Alarmada, perguntou para o marido:

    -Cadê aquele copo d`água que deixei aqui?

    E ele, mal conseguindo abrir a boca, falando por minúsculo furo que a muito custo conseguiu vazar entre os lábios colados:

    -Eu bibi!

  • Publicado por Tião Lucena em 22.07.2014


    Prima de Eduardo Campos anuncia voto em Dilma Roussef


    A vereadora do Recife Marília Arraes (PSB) anunciou apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e ao senador Armando Monteiro neto (PTB), postulante ao Governo de Pernambuco. A situação não teria nada demais se não fosse por um detalhe. Marília é prima do ex-governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB). Embora ainda permaneça na legenda socialista, a vereadora não poupou críticas a direção do partido e disse não "ter medo de cara feia" e que também não teme retaliações. Ela também criticou o discurso da nova política adota por Campos e condenou a sua candidatura à Presidência da República. "Não acho que a candidatura de Eduardo Campos seja a melhor para o Brasil", disparou.

    "Não sei como Eduardo vai explicar a população que o projeto que Lula defende não é o melhor para o Brasil", disse Marília em uma entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (18). Segundo ela, as críticas feitas por Campos contra o governo da presidente Dilma "são infundadas". Para a vereadora "o PSB passou do limite da coerência", no que diz respeito à política de alianças e que não irá apoiar a candidatura do ex-secretário da Fazenda Paulo Câmara a Governo do Estado porque "os critérios usados para se escolher o governador nunca se viram". Para ela, a escolha de Paulo Câmara para ser o candidato da Frente Popular aconteceu de maneira biônica.

    Marília também bateu forte contra o discurso da nova política pregado por Campos. Segundo ela, na realidade, o que vem sendo praticado "é uma política mais velha do que a que se fazia no tempo de Miguel Arraes", disse referindo-se ao avô. O desconforto de Marília já vem de algum tempo. Desde o anúncio de que Paulo Câmara havia sido o escolhido para disputar o Palácio do Campo das Princesas, ela já havia externado a sua posição contrária aos critérios empregados na decisão.

    Ela também se queixou da falta de apoio para se lançar como candidata a deputada federal. No entrevero mais recente ela criticou o que chamou de "intervenção" da direção do partido para que João Campos, filho de Eduardo Campos, assumisse a diretoria da Juventude Socialista Brasileira (JSB) em Pernambuco. Diante da reação de Marília e de outros membros da JSB, João Campos optou por desistir da indicação.

    O presidente estadual do PSB em Pernambuco, Sileno Guedes, declarou ao Blog do Jamildo considerar normal a atitude de Marília Arraes declarar apoio a chapa rival. Segundo ele, esta situação é natural em processos eleitorais e exemplificou dizendo que muitos membros da coligação Pernambuco Vai Mais Longe também trocaram de lado e estão no palanque de Paulo Câmara. Apesar das críticas, ela reconheceu como legítima a candidatura de Campos à Presidência. "Sempre foi militante, ao contrário dos candidatos que ele escolher", disparou.

  • Publicado por Tião Lucena em 22.07.2014


    Expedito Pereira declara apoio a Lucélio Cartaxo


    Tido e havido como amigo do do peito do ex-governador Zé Maranhão, o prefeito Expedito Pereira,de Bayeux, surpreendeu meio mundo de gente ao anunciar que vai votar em Lucélio Cartaxo para senador. E explicou porque:

    "Ele é o senador do meu correligionário Ricardo Coutinho e é um jovem que representa muito bem os anseios da juventude, que aposta na renovação como fonte de desenvolvimento”, explicou o prefeito.

    Outro ponto destacado por Expedito para justificar a aliança tem tudo a ver com o progresso de Bayeux. Para ele, a cidade pena com a carência de senadores comprometidos com o município.

    “Bayeux nunca teve um senador que olhasse por essa cidade de 100 mil habitantes, de muitas carências, anseios e necessidades. Tenho certeza quem Lucélio no Senado será o amigo que Bayeux nunca teve”, frisou.

    Bayeux é um das cidades mais importantes da Região Metropolitana de João Pessoa e conta com o 4º maior eleitorado do Estado.


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Perfil do Tião Lucena

Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá. Nos três primeiros desempenhou as funções de repórter, editor político, editor do interior, chefe de reportagem e secretário de redação. Também foi vice-presidente da API e diretor do Sindicato dos Jornalistas. Cansou de trabalhar em jornais, cansou de patrões e resolveu criar um espaço somente seu na internet, onde pretende fazer um jornalismo sem cabresto e sem censura.

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