Perguntei ao deputado Roberto Freire, presidente nacional do PPS, se ele estava firme com Nonato Bandeira nas eleições deste ano para a Prefeitura de João Pessoa, já que o deputado Janduhy Carneiro apregoa na imprensa que também está no páreo. Eis a resposta de Freire:
"Claro, estarei com as bandeiras nas ruas de Joào Pessoa,@tiaolucena Nonato Bandeira é um excelente candidato."
O Procurador-chefe da Ministério Público do Trabalho na Paraíba, Eduardo Varandas Araruna fez uso de seu perfil pessoal no Facebook (www.facebook.com/dudavarandas) para publicar um texto-desabafo. Em tom genérico, Varandas ataca o poder público no Brasil e mira até mesmo a figura do eleitor, a quem chama de "povo idiota" e justifica seu tom amargo.Leia, abaixo, as palavras de Eduardo Varandas, marcadas pelo seus pessimismo e desencanto com a atividade pública no Pais:"Fico impressionado como o Poder Público é podre, omisso, corrompido, hipócrita e mesquinho. Não entendo e não concordo com a prática do "é dando que se recebe". Odeio a soberba e a luxúria dos ocupantes dos altos cargos da República. Abomino o clientelismo e a politicagem que corrói a alma do país. Contudo, fico impressionado com o povo idiota que elege essas autoridades e que assiste de camarote ao circo pegar fogo, mesmo ciente de que o que queima a fogueira é seu próprio fígado. Acertou quem após na letra do hino brasileiro o trecho: "deitado em berço esplêndido". O país padece de coma profundo, num "berço" que não tem nada de esplendor e que mais aparenta a um túmulo. É isto! :((((((((((((((((((((((((((((((Eduardo Varandas Araruna(do Blog de Marcos Alfredo)
Chico Pinto
Caso aceite esse tipo de engodo a comunidade acadêmica passará à população um vistoso atestado de incompetência acoplado a uma boa dosagem de babaquice.
Querer incutir perante à opinião pública que o Governo Estadual tem capacidade de ingerência em uma eleição, cujo eleitorado é constituído por rebeldes estudantes, funcionários altivos e capacitados professores é o mesmo que admitir que o deputado Tiririca terá voz ressoante perante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU capaz de impedir os confrontos no Oriente Médio ou mesmo amenizar a fome nos países pobres da África.
É inadmissível que num processo eleitoral democrática, disputado por honoráveis mestres extrapole os muros da Universidade com argumentos mesquinhos e tendenciosos. Mesmo por que é inimaginável que um acadêmico, um funcionário autárquico ou mesmo um magnânimo mestre universitário se deixe influenciar ou vender o seu voto em troca de benesses de quem quer que seja. Seria o fim da picada!
Imaginem só um professor, aluno ou um funcionário público de uma instituição do porte da UFPB, discutindo com um emissário do governo a respeito da venda de voto. Seria uma cena digna de ser inserida no mais alto panteão dos corruptos. Seria degradante e humilhante tal despautério, cujo desenrolar seria capaz de provocar repugnância no mais notório cafajeste desta República.
Devemos admitir que a propagação desse tipo de absurdo pode ter partido até mesmo por parte de pessoas estranhas ao corpo acadêmico, apenas com o intuído de querer trazer para o campo político partidário tal aberração. A Paraíba está repleta desse tipo de invencionice onde se procura confundir a opinião público com argumentos torpes e direcionados.
No entanto, cabe ao envolvidos no processo eleitoral da UFPB, não permitir que este tipo de argumento tome corpo e passe a servir como parâmetro ou mesmo como pano de fundo nas discussões. Pois, caso seja admitido este tipo de comportamento, o processo eleitoral servirá apenas de mau exemplo para aqueles que veem na Universidade um espaço amplo para a boa formação do cidadão e um vasto campo democrático.
A eleição deve servir de bom exemplo tanto para a comunidade acadêmica como também para toda a população paraibana que, atentamente, observa o desenrolar do pleito e espera que os bons exemplos do processo eleitoral da UFPB, estes sim, sirvam de argumentos capazes de elevar o nível das disputas politicas partidárias.
Cabe agora aos candidatos, ou melhor, as duas chapas vencedores do primeiro turno das eleições, elevar o nível das discussões e tratar apenas daquilo que interessa tanto à comunidade acadêmica como também à população paraibana.
Que os bons exemplos prevaleçam e que a disputa seja eivada de boas ideias, de propostas convincentes e que vença a melhor.
Agindo desta forma, acredito que faltará espaço para os cretinos e as suas cretinices.
O Juiz Miguel de Brito Lyra Filho(foto), integrante do TRE, denegou o pedido formulado pela suplente de Deputada Estadual Mayenne de Sousa Bandeira (PMDB), esposa do Deputado Doutor Verissinho para cassar o mandato eletivo do Deputado Estadual Wilson Braga, sob a alegação de que ele pediu desligamento do PMDB e filiou-se ao PSD, se enquadrando nas regras da infidelidade partidária.
O advogado Johnson Abrantes que defende os interesses do Deputado Wilson Braga, declarou que o magistrado, ao prolatar a sentença, ressaltou que “embora a postulante tenha colacionado ao caderno processual vasta documentação, no meu entendimento não instrumentalizou seu pedido com prova objetiva e inequívocada sua posição de suplente naquele pleito (2010), de modo a demonstrar sua condição de legitimada para figurar no polo ativo da demanda, como exige a resolução nº 22.610/2007. Do mesmo modo, também não trouxe alegações comprovada das datas de desfiliação dos requeridos, conforme previsto no art. 3º”.
Eu sabia que um monte de homens trancados num salão, um respirando o ar do outro, outro cheirando a bufa do vizinho, terminaria em amancebo. E é o que está acontecendo com a CPI de Cachoeira. O distinto público ainda não viu porque, como sabemos, tudo acontece no escondidinho, portas fechadas, todos se misturando e Deus por testemunha.
Segundo aquele passarinho cagão de Paulo Santos, já foram detectados um caso de dedada, outro de seboseira e seis de cheiros no cangote. A seboseira foi praticada por um deputado do Maranhão, flagrado fazendo bolinha de catôta com os dois dedos da mão para, depois de preparar a bila, atirar no cangote do vizinho.
Quanto a dedada, bem, deixa pra lá, de repente o rapaz que a recebeu e sorriu não deseja ver sua felicidade retratada para a imensa massa ignara, e o escriba estaria tão somente caindo na onda desse passarinho fofoqueiro que não deseja ver ninguém bem, está sempre escavacando a vida do outro para desnuda-lo e joga-lo às fofoqueiras.
Aquele deputado que se declarou ao governador do Rio continua sendo a graciiiinha da CPI. Pense numa declaração de amor! “Fique tranqüilo que nós te amamos”, disse ele, com os olhinhos fechando de ternura, a língua ensebando o beiço de baixo e o baixo ventre molhado de emoção.
Tomara que daqui para o final não apareça alguma “donzela” buchuda, reclamando casamento para repor a honra.
O jornalista paraibano Luiz Henrique, conhecido no Planalto Central como Luiz Parahyba, ex-vereador de Aparecida de Goiânia, postou mensagem no Facebook protestando contra a farsa da CPMI do Carlinhos Cachoeira, dizendo que chegou à conclusão que "CPMI de cu é rola". Pense numa indignação!
O sempre atilado jornalista e apresentador Padre Albeni chamou ao seu programa o deputado Janduhy Carneiro, anunciando que ele denunciaria um rombo de 7 milhões na Secom envolvendo o ex-secretário Nonato Bandeira e os jornalistas Luis Torres e Fabiano Gomes, como fora noticiado, anteriormente, no Blog de Dércio Alcantara. A bomba atraiu as atenções do distinto público, afinal o blogueiro Dércio garantira que a fonte de suas denúncias era o deputado. Janduhy chegou, foi interpelado e negou tudo, disse que sabia do assunto pelo que saiu no Blog de Dércio, deixando Albeni sem jeito e os telespectadores sem a bomba. A remédio foi gastar o resto do programa falando de quitutes, pastéis e empadinhas (epa) com refresco de groselha.
Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá. Nos três primeiros desempenhou as funções de repórter, editor político, editor do interior, chefe de reportagem e secretário de redação. Também foi vice-presidente da API e diretor do Sindicato dos Jornalistas. Cansou de trabalhar em jornais, cansou de patrões e resolveu criar um espaço somente seu na internet, onde pretende fazer um jornalismo sem cabresto e sem censura.
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Muitas pessoas tem dúvida sobre a absorção do molho na massa, e melhor assossiaç&...