Criança aparece em vídeo fumando um pacaia da erva em João Pessoa
O menino de dois anos foi filmado fumando um cigarro de maconha dado por adultos
A mãe da criança de dois anos que aparece em um vídeo apreendido fumando, se apresentou voluntariamente na tarde desta quinta-feira (2/9), à Promotoria da Infância e da Juventude de João Pessoa (PB). A jovem de 19 anos, que é natural de Recife, em Pernambuco, está grávida e confirmou que o filho realmente fumava maconha nas imagens.
O vídeo foi encontrado em um celular apreendido pela polícia durante uma operação no bairro do Renascer, em Cabedelo, na Paraíba.
A promotora Soraya Escorel, após ouvir a mulher, foi até local onde a criança estava e a levou para o Juizado da Criança e do Adolescente de Cabedelo. O menino atualmente tem dois anos e 10 meses.
A mãe contou que as imagens do filho fumando maconha foram gravadas em janeiro deste ano quando ela vivia com um traficante na praia fluvial de Jacaré, em Cabedelo, quando a criança tinha dois anos e um mês.
Como não houve flagrante, a mãe não foi presa, mas vai prestar depoimento à polícia nesta sexta-feira (3). Segundo Soraya Escorel, a jovem se apresentou espontaneamente e está colaborando com todas as investigações. Ao ser ouvida, a jovem disse que quando flagrou a criança fumando maconha foi ameaçada pelo traficante com quem vivia à época.
Fonte: Correio Braziliense
O corregedor-geral eleitoral, ministro Aldir Passarinho Junior, arquivou a representação da coligação O Brasil Pode Mais que pedia a cassação do registro de candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República.
Na representação, a coligação que apoia José Serra acusou Dilma e outras seis pessoas (o candidato a senador por Minas Gerais, Fernando Pimentel; os jornalistas Amaury Junior e Luiz Lanzetta; o secretário da Receita Federal Otacílio Cartaxo; e o corregedor-geral da Receita Federal, Antonio Carlos Costa D’avila) de usar a Receita Federal para quebrar o sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato Serra, com a intenção de prejudicá-lo em benefício da campanha da candidata Dilma.
Ao recorrer ao TSE, a coligação pretendia que os envolvidos recebessem a sanção de inelegibilidade, conforme prevê a Lei Complementar 64/90 bem como a cassação do registro do candidato diretamente beneficiado pelo desvio ou abuso do poder de autoridade.
Decisão
Ao analisar o pedido, o ministro Aldir Passarinho Junior destacou que a coligação não apresentou “concreta demonstração” de que a candidata Dilma Rousseff teria se beneficiado dos atos. Além disso, ele não reconheceu lesividade na conduta capaz de desequilibrar a disputa eleitoral.
O ministro destacou ainda que os fatos narrados pela coligação poderiam configurar falta disciplinar e infração penal comum que devem ser apuradas em sede própria, que não é a seara eleitoral. Destacou que, inclusive, a investigação já vem ocorrendo com a participação do Ministério Público Federal.
Maria Antonieta, sem ser aquela que ficou com o dedo fino de tanto tocar corneta, é a moça da foto, posando para o Tião Bonitão com o fito de embelezar este Blog de bom gosto indiscutível. Ela tomava banho em Gramame no momento da foto e o seu sorriso Colgate mostra a satisfação sentida e incontida na hora de exibir a invejável plástica de seu bucho branco e o encanto dos seus dentes impecáveis.
Ele pode até não ter votos para a reeleição, mas está sendo o melhor senador que a Paraíba já teve. Falo, claro, do senador Roberto Cavalcanti (PRB-PB), eleito esta semana, por unanimidade, vice-presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal. O presidente da CCT, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), explicou que a vaga - que pertencia ao PMDB - foi cedida pelo partido para o parlamentar paraibano como forma de homenageá-lo.
“O PMDB cedeu a vaga para homenagear a dedicação, assiduidade, responsabilidade e competência com que o senador Roberto Cavalcanti atua nesta comissão”, destacou Flexa Ribeiro.
“Para nós (e não falo só por mim, mas todos os membros da CCT) foi uma enorme satisfação a eleição de Roberto Cavalcanti, demonstrando nosso reconhecimento pelo trabalho que ele vem desempenhando”, acrescentou o tucano.
O sujeito da foto não é um escocês, tampouco um indigena peruano, viaja pelos sertões e brejos da Paraíba com sua bicicleta e usa saia comprida, mas conserva o bigode porque é muito macho. Quem garante isso é Paulo Josafá, delegado de Polícia e fotógrafo nas horas vagas, que encontrou a peça na estrada de Guarabira, quando o identificou como sendo Zequinha de Migué Soldado. Ele disse que usa a saia porque recebeu um recado divino para se vestir assim a fim de lutar contra os pecados do mundo. Vá lá que seja.
Uma criança de 3 anos morreu depois de ser esmagada por um aparelho de televisão, por volta das 10h desta quinta-feira (2/9), em uma creche filantrópica na 915 Sul. O menino foi socorrido no local e morreu no Hospital Santa Lúcia, provavelmente com um traumatismo craniano encefálico.
De acordo com o delegado-chefe da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), Wadson Warmling, seis crianças estavam na sala com uma monitora. A responsável pelos meninos e outros dois funcionários prestaram depoimento esta tarde.
A monitora disse à polícia que as seis crianças estavam fazendo bagunça e utilizando o controle remoto para mudar de canal a todo momento. "Ela tirou o controle da mão delas e o colocou no móvel onde estava a TV", disse Warmling. No momento em que a monitora se virou, duas crianças, uma de 6 anos e a outra de 3, penduraram-se no móvel e o fizeram cair.
"A criança um pouco maior conseguiu se desvencilhar rapidamente, levando apenas uma pancada na cabeça", explicou o delegado. O menino de 3 anos recebeu todo o impacto do móvel e da TV.
Um inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias do acidente. "A monitora, uma outra pessoas que trabalha em uma sala próxima e o coordenador da creche já foram ouvidos", afirmou Warmling.
Ele contou que os pais da criança também prestarão depoimento: "Vamos esperar mais um tempo para chamá-los a depor, pois respeitamos o momento de dor". Também será investigado se houve negligência ou se foi uma fatalidade. "É muito cedo para saber isso", concluiu o delegado
Fonte: Correio Braziliense
Edmilson Lucena
Ninguém é dono da razão final a priori. A razão não se impõe pela propaganda, pelo monólogo do proselitismo. Ela só adquire validade quando faz sentido natural para o conjunto dos interlocutores – e comunicar é justamente isto: tecer o sentido comum. Comunicar é buscar pontes de entendimento. É dialogar.
Os responsáveis pela mediação do debate público não podem mais ignorar o fato de que nada é mais danoso – e enganoso – do que pôr os meios de comunicação a serviço de ideários prontos e fechados. Esse tipo de prática – em meios públicos ou privados, tanto faz – não constrói confiança, não estimula a divergência e a participação crítica, não emancipa o cidadão. Nos dias atuais, de inovações tecnológicas e políticas que não cessam, nenhuma sociedade gera um espaço público saudável na base da obediência e da concordância. Foi-se o tempo em que comunicação era um alto-falante na pracinha do interior. Foi-se o tempo em que a receita era adestrar as massas.
As técnicas de massificação corroem a credibilidade dos próprios meios. Não promovem o encontro de opiniões complementares, não respeitam nem assimilam os pontos de vista alternativos – apenas militam para fazer prevalecer o interesse de quem exerce poder econômico ou político sobre a mediação do debate. Não raro, poder abusivo. A massificação até consegue potencializar fanatismos de diversas naturezas, mas não gera sabedoria compartilhada. Pode compactar as maiorias em momentos específicos, mas no longo prazo conduz à destruição. O século 20 é pródigo em exemplos trágicos – e, no século 21, ainda há quem insista em retomar e reeditar as fórmulas ultrapassadas.
Aos mais ansiosos os três parágrafos acima talvez soem genéricos, abstratos, descolados das atualidades ditas jornalísticas, dos dossiês da vida, da dengue desgovernada, dos congestionamentos que enlouquecem o trânsito de João Pessoa. E, no entanto, essas palavras, assim mesmo, aparentemente vagas, tocam no âmago da qualidade do debate público e na capacidade que ele tem ou não tem de encarar e superar seus impasses. Eis aqui um dos temas mais graves dos nossos tempos. Um dos mais urgentes, também. Eis aqui um tema visceralmente jornalístico.
No universo da comunicação social, temos vivido sob o risco crescente da polarização extremada e suas deturpações inerentes: a desqualificação de quem diverge, a tentativa de dizimar a reputação alheia, a agressividade que se volta contra a pessoa sem se ocupar dos argumentos, as manipulações deliberadas. O mesmo risco pesa de modo particular sobre o jornalismo. Embora não caiba, aqui, nenhum tipo de generalização, é possível notar, em alguns episódios, que notícias e manchetes são moldadas, voluntária ou involuntariamente, segundo uma lógica que tende a submeter o significado dos fatos a uma disputa meramente partidária e ocasional.
Aí, o relato dos acontecimentos vira um acessório no embate oposição versus situação e o noticiário se reduz a um ringue em que se enfrentam as vaidades da esquerda, ou do que se diz esquerda, e da direita, ou daquilo que se supõe ser a direita. De um lado, é notícia o que fere o governo. Do outro lado, é notícia o que desmoraliza a oposição. Onde estão os fatos? Onde estão as discussões de fundo? Onde está a realidade complexa e surpreendente? Será que o que define a essência de um veículo jornalístico, então, é isto: saber se ele é contra ou a favor desse ou daquele governo?
O jornalismo – assim como a comunicação social – não funciona adequadamente quando se deixa reger pelos parâmetros da lógica partidária. Ao se render a esses parâmetros, a imprensa renuncia a seu campo próprio e se converte em instrumento de causas estranhas ao direito à informação. A própria política – a política em seu sentido mais alto – sai prejudicada.
Em vez de operar segundo ditames partidários de ocasião, cabe à imprensa observar e cobrir os partidos e suas escaramuças, vendo-os de fora. Os interesses dos partidos e dos governos devem representar, para os encarregados da comunicação social, não uma baliza para alinhamentos ou combates sistemáticos, mas um fenômeno externo. Infelizmente, contudo, se observarmos com cuidado, veremos que esse tipo de desvio ainda não foi totalmente superado. Entre nós ainda sobrevive uma concepção excessivamente instrumental dos meios de comunicação, que são vistos – e, por vezes, são administrados – como porta-vozes da corrente A ou B e nada mais.
Ora, sem prejuízo das visões de mundo que toma como missão – visões que jamais se deveriam rebaixar a programas partidários -, um órgão de imprensa alcança sucesso quando presta serviços e dá voz a seu público e quando abre novos canais entre os cidadãos. Sobretudo agora, com as novas tecnologias, o diálogo passa a ser o centro do sistema nervoso da comunicação. Os veículos ganham mais vitalidade quanto mais escapam da opacidade, quanto mais refletem a diversidade e quanto menos pretendem ser, eles mesmos, uma posição fechada a ser seguida pelo rebanho.
A Paraíba precisa de pontes de diálogo – e só poderá obtê-las da qualidade de sua comunicação social, não das querelas partidárias.
O entrevistado no Jornal da Câmara, apresentado pelo jornalista Edmilson Lucena, na manhã desta quinta-feira (2) foi o vereador Geraldo Amorim (PDT), que demonstrou sua preocupação em relação ao “estrangulamento” do tráfego de veículos em João Pessoa. O JC é transmitido pela TV Câmara (Canal 23 da Net) todas as terças, quartas e quintas-feiras, sempre a partir das 9h. “Já venho me preocupando com o trânsito na Capital desde o início do meu mandato, realizando seminários e audiências públicas. No ano passado realizei uma sessão especial, quando trouxe um especialista no tema, oriundo da cidade de Goiânia (GP), dos quadros do Ministério das Cidades. E acredito que a solução passa pelo investimento em transporte de massa e em transporte público eficiente” disse.
Outra informação prestada pelo vereador referiu-se à sua solicitação de um trabalho de viabilização de faixas exclusivas para ônibus nos principais corredores da cidade, possibilitando que o tráfego desses veículos se tornem mais eficientes, para garantir um percurso mais tranqüilo aos trabalhadores, “que são o maior número de quem usa esse transporte e não podem se atrasar para seus empregos”.
Ele pretende realizar uma audiência pública com os órgãos competentes no setor de trânsito para discutir a problemática do tráfego no Bairro dos Bancários, por exemplo, onde se pretende construir uma nova via, mas sem prejudicar o que resta da área verde em torno da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
O vereador ainda comentou sobre a necessidade dos vereadores continuarem trabalhando normalmente em prol da população de João Pessoa nesse período eleitoral; e acerca da epidemia de dengue que continua assolando a população brasileira. Ele acredita se tratar de falta de investimentos em saneamento básico e em “saúde propriamente dita”.
Sobre a violência que vem afetando a população, o vereador acredita que se faz necessária uma nova abordagem em projetos de combate a esse mal, que é uma questão social, passando pela falta de oportunidade em que vivem os cidadãos brasileiros.
Neste segundo semestre, o vereador pretende continuar abrangendo os temas relacionados à mobilidade urbana e informou sobre um seu projeto já sancionado pelo prefeito Luciano Agra (PSB), que proíbe a comercialização de bebidas em recipientes de vidro nos eventos públicos da cidade.
Damião Rodrigues
Fotos: Olenildo Nascimento
Segundo o Giro, o mar de rosas entre Santiago e Vitalzinho começou a ficar revolto
Muito séria a denúncia publicada pelo Giro PB.com.br, segundo a qual o deputado Wilson Santiago, candidato a senador pelo PMDB, teria contratado uma pessoa para subornar jornalistas de Campina Grande, que, mediante pagamento, passariam a jogar lama na reputação do deputado Vital do Rego Filho, companheiro de Santiago e concorrente com ele ao cargo de senador.
Segundo o Giro Pb, Santiago contratou o ex-vereador Paulo de Tarso Garcia Loureiro para coordenar sua campanha em Campina Grande e subornar os jornalistas campinenses.
Uma coisa séria, pois sim, já que os jornalistas de Campina Grande, pelo menos os que conheço, não se vendem nem recebem tôco para caluniar desafetos de terceiros.
A ser verdadeira a notícia do Giro PB, e até prova em contrário o Giro é sério, feito por gente séria e cheio de bons jornalistas, a imprensa terá que se posicionar, tomar providências, dar um basta nessa pouca vergonha.
Para esclarecer a notícia, o Tião Bonitão tentou falar com os envolvidos mas não conseguiu. Veneziano, Vitalzinho, Gilson Lyra, Carlos Magno, entre tantos, foram "telefonados" mas estavam moucos, não atendendo talvez porque achassem que do outro lado estivesse algum eleitor carente querendo ganhar um pacote de creme cracker.
Tião Lucena, nascido e criado em Princesa Isabel - PB, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá. Nos três primeiros desempenhou as funções de repórter, editor político, editor do interior, chefe de reportagem e secretário de redação. Também foi vice-presidente da API e diretor do Sindicato dos Jornalistas. Cansou de trabalhar em jornais, cansou de patrões e resolveu criar um espaço somente seu na internet, onde pretende fazer um jornalismo sem cabresto e sem censura.
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