A Fulora Produção Cultural, apresenta o lançamento do quinto CD do cantor e compositor Alexandre Pé de Serra, chamado Feito Brasa no Terreiro, logo mais à noite na ASFITA (Associação dos Filhos e Amigos de Itaporanga), em Manaíra, próximo a Praça dos Skatistas.
O evento contará com a participação especial de Lucyane Alves, Nádia Maia, Walter Lins, Beto Brito, Neto Andrade, Andrezza Formiga, Roberto Cruz, Forró Caçuá, Preto Neto e Tiziu da Paraíba.
As principais características de sua música é o vibrante toque da zabumba, compassados agudos de um triangulo, a suavidade da sanfona nordestina, com pitadas harmônicas de uma flauta, cavaquinho e violões.
Suas maiores inspirações são Luiz Gonzaga, Jacksom do Pandeiro, João do Vale, Trio Nordestino, Sivuca e Dominguinhos. Foi juntando essa paixão de Alexandre pela música com a Produtora Fulora, que sente a necessidade de resgatar e promover as raízes do forró pé-de-serra, que foi idealizado mais um evento de sucesso onde quem ganha são os amantes do legitimo forró.

O Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra-PB) criou uma comissão para investigar como o coronel e ex-comandante da Polícia Militar, Lima Irmão, adquiriu dois lotes de terrenos no assentamento Mucatu, comprado pelo Instituto e doado a sem terras dentro da política de reforma agrária do Governo. Segundo o ouvidor agrádio do Incra, Cleofas Ferreira, o coronel não é um assentado e não poderia ser dono de lotes, já que os assentados não pode vendê-los a terceiros.
A coisa foi descoberta depois que Lima Irmão conseguiu botar a polícia para despejar sem terras que teriam invadido seus pretensos lotes. Os assentados descobriram que Lima Irmão estava vendendo o terreno à cerâmica Elizabete e por isso os invadiram. Lima botou a polícia em cima dos agricultores e o pau comeu na tarde/noite de ontem. Cleofas condenou com veemência a ação violenta da PM, ao mesmo tempo em que explicou que o assentamento Mucatu é um projeto de reforma agrária já emancipado onde o Incra tomou todas as providências estruturais com a determinação de cláusulas resolutivas a serem cumpridas pelos assentados.
De acordo com o ouvidor agrário, entre algumas determinações das cláusulas resolutivas os posseiros têm que pagar todas as parcelas e manter a exploração da terra em regime de comunidade familiar. Se isso não cumprido, o imóvel jamais poderá ser alienado e vendido.
No confronte entre PM e trabalhadores entram em confronto houve feridos com balas de borracha. Para Cleofas,“o que a PM fez com essa ação foi simplesmente fazer um favor a um ex-comandante da PM”.
O ouvidor considerou a ação da PM como um abuso de autoridade e o mais agravante é que foi coordenada pelo coronel Josman coordenador do setor de gerenciamento de crise da Polícia Militar , sabedor de que esse tipo atitude é condenada pelo Incra. “ A orientação do Incra é que em casos como esse as negociações devem ir ao extremo”.
Cleófas Ferreira denunciou ainda que os posseiros estão sendo ameaçados a venderem os lotes e que estas ameaças parte de empresários interessados em implantar indústrias na área.
O ex-deputado Aloysio Pereira recebeu a visita, em João Pessoa, do secretário de Saúde do Municipio de Princesa Isabel, Ricardo Pereira. A visita teve dois objetivos: levar ao ex-deputado informações sobre a terra natal de ambos e agradecer a ele pelo apoio à sua pre-candidatura a prefeito de Princesa, manifestado durante entrevista ao Blog do Tião. O ex-deputado disse que ficou feliz pela anunciada construção da UPA de Princesa Isabel, lembrando que Princesa precisa realmente de uma política onde se pense mais no coletivo do que na satisfação de desejos pessoais. Pereira também adiantou que está ultimando a confecção de seu livro de memórias para lançá-lo ainda este ano em João Pessoa e em Princesa.

Frei Alberto Carneiro Leão preside cerimônia religiosa em Princesa e é ajudado pelo coroinha Totonho de dona Guida. Frei Alberto já morreu, mas o coroinha depois virou bispo e hoje comanda o arcebispado de Maceió ostentando o solene nome de Dom Antonio Muniz Fernandes.
O Deputado Estadual Dinaldo Wanderley, que teve o pedido do registro de sua candidatura negada pelo TSE, em 2011, em decisão colegiada, ingressou no dia 19 de dezembro de 2011 com uma Ação Rescisória Eleitoral com pedido de tutela antecipada.
Em razão das férias forenses, coube ao Ministro Ricardo Lewandowsky, Presidente do Tribunal Superior Eleitoral receber e despachar o pedido, “tão somente na parte que se refere ao pedido de tutela antecipada“, que segundo os advogados, é uma instrumento legal que equivale a um pedido de liminar.
Os advogados Johnson Gonçalves de Abrantes e Edward Johnson, que assinam o pedido, argumentaram que o fundamento do indeferimento do registro da candidatura de Dinaldo Wanderley, que disputou o mandato eleitivo em 2010, foi de que “possuía prestação de contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União quando foi prefeito de Patos”.
No despacho proferido pelo Presidente do TSE e publicado no diário eletrônico, não se discutiu a questão de mérito do pedido, pois entendeu o Ministro que “a firme Jurisprudência do TSE não admite tutela antecipada em Ação Rescisória, salvo em situações que causam dano grave e evidente, de impossível reparação, ou no caso em que pode ser comprometido o processo eleitoral como um todo”.
Os advogados Johnson Abrantes e Edward Johnson, ao fundamentar a Ação Rescisória, juntaram uma Certidão expedida pelo Tribunal de Contas da União (TCU), atestando que o então prefeito Dinadlo Wanderley “não teve prestação de contas de convênio julgado irregular pelo órgão”. Logo houve “um erro de fato” quando o TSE impediu a Diplomação e posse do candidato que foi eleito na eleição de 2010 para Deputado Estadual pelo DEM, tendo, inclusive, o seu registro deferido pelo TRE/PB.
Logos após as férias forenses, no inicio de fevereiro, a Ação Rescisória será distribuída a um dos Ministros do TSE a quem caberá a missão de relator do feito quando será proferido o julgamento de mérito, estando os patronos de Dinaldo Wandeley confiantes no reconhecimento da tese defendida neste recurso eleitoral, ou seja, “ausência de rejeição de prestação de contas de convênio, como consta da Certidão anexada aos autos”, concluíram.
Mais um partido declara apoio à pré-candidatura do deputado federal Romero Rodrigues (PSDB/PB) a prefeito de Campina Grande nas eleições de outubro próximo. Dessa vez, o deputado Tião Gomes esteve em Campina Grande e convidou Romero Rodrigues para conversar e discutir o pleito que se aproxima oportunidade em que colocou o partido, o PSL, presidido por ele no Estado em apoio a sua pré-candidatura.
Romero, inclusive, esteve em reunião na casa do presidente da Executiva Municipal Pastor Alberto com demais pré-candidatos a vereador da legenda. Foram discutidos assuntos e projetos para Município, possíveis coligações, a importância da parceria, conjuntura política, etc.
Foram registradas as presenças do pastor Alberto, presidente do PLS local, o pastor Marco Cordeiro, Rodrigo Torres, Marco Aurélio, Falbum, professora Joselita, Ana Aparecida, Lindoaldo, Genival Alves, Josemir Arruda, Paulo Falcão, entre outros.
Romero manifestou a sua satisfação em receber o apoio de um partido tão importante e com largos serviços prestados do Brasil, à Paraíba e à Campina Grande, especialmente, como o PSL (Partido Social Liberal).
Salientou que é uma honra receber a solidariedade do presidente Tião Gomes e dos demais integrantes dessa agremiação.
Além do PSDB já manifestaram apoio à postulação de Romero, o PSD do vice-governador Rômulo Gouveia, o PSB, o DEM e agora o PSL. Romero está mantendo uma série de contatos com as legendas oposicionistas a fim de fechar o arco de alianças para as disputas de outubro vindouro, como forma de acabar com o continuísmo na Prefeitura de Campina Grande e contemplar a população com um novo modelo de Administração Pública que beneficie a sociedade e não um grupo político que, de acordo com a sua opinião, não tem atendido aos reclamos da sociedade.
A nova Diretoria da Aspas - Associação dos Procuradores do Estado da Paraíba - está impedida de ocupar a sala a ela destinada no prédio da OAB, porque o ex-presidente Assis Camelo insiste em não devolver as chaves do imóvel, segundo me informou na tarde desta quinta a atual presidente Sany Japiassu. A sala pertence a OAB, o presidente Odon Bezerra já disse à nova presidente que o interesse da Ordem é que continui sendo ocupada pela Associação dos Procuradores, porém o ex-Assis Camelo continua se comportando como se presidente fosse, usando de vez em quando a sala e mantendo-a sob sua guarda. Enquanto isso Sany fica impossibilitada de transformar aquele espaço num local de convivência entre procuradores ativos e aposentados, equipado com tv de tela plana, computador e jornais.
Devolve a chave, Assis!
Chuva grande dá nisso. O nosso Jurandi tocava seu Bolero de Ravel tranquilamente em Jacaré, veio a cheia por causa da chuva e o pobre foi terminar a última estrofe em plena Epitácio Pessoa, conforme atesta a foto tirada pelo vigilante e diligente Martinho Moreira Franco.
Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá. Nos três primeiros desempenhou as funções de repórter, editor político, editor do interior, chefe de reportagem e secretário de redação. Também foi vice-presidente da API e diretor do Sindicato dos Jornalistas. Cansou de trabalhar em jornais, cansou de patrões e resolveu criar um espaço somente seu na internet, onde pretende fazer um jornalismo sem cabresto e sem censura.
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